GUIAS DE CIDADES - PEQUIM

Fotografia de PequimPequim, China. A capital do país é, em parte, um paradoxo: uma cidade imperial carinhosamente preservada por um governo comunista. Localizada no extremo noroeste da planície da China Setentrional, é a antiga sede do Governo e uma moderna cidade industrial e comercial. Pequim só se tornou sede de governo no século X d.C., quando os Khitans, povo mongol seminómada, fizeram dela o seu centro. No século XIII, o primeiro imperador da dinastia Yuan, Kublai Khan (1215-1294), neto do grande chefe guerreiro mongol Genghis Khan, estabeleceu a sua capital algures a norte das muralhas da cidade actual.

Em 1421, Beijing tornou-se capital imperial da dinastia Ming (1368-1644). O terceiro imperador Ming Yong Le (que governou entre 1402 e 1428), mandou edificar uma espaçosa cidade muralhada que, à semelhança de muitas cidades chinesas antigas, tinha as muralhas e as ruas orientadas para os pontos cardeais. Dentro das muralhas ficava a Cidade Imperial e no interior desta uma outra cerca conhecida por Cidade Proibida, a corte do imperador, da qual era excluída a gente comun, sob pena de condenação à morte se lá entrasse. Actualmente, a Cidade Proibida é franqueada aos turistas.

Pequim permaneceu capital da China desde então, excepto entre 1928 e 1949, quando o Governo Nacionalista foi transferido para Nanjing. Actualmente, Pequim estende-se por 16.807 Km2 no Norte da China, a cerca de 140 Km das costas do Bo Hai (golfo do chihli). As ruas largas e rectilíneas regurgitam de bicicletas, autocarros e peões (os automóveis particulares são praticamente desconhecidas na China).

Acima de tudo, Pequim é uma cidade de grande importância histórica e cultural. No centro, situa-se a Praça Tiananmen, que ocupa 40 ha e é uma das mais vastas praças públicas do Mundo. É utilizada como recinto para os comícios políticos e paradas militares. No lado ocidental da praça situa-se o Grande Palácio do Povo, edificada em 1959, onde se reúne a Assembleia Nacional Popular. Para sul, fica o imponente monumento à memória do presidente Mao, construído em 1977 para acolher os restos mortais do fundador da China comunista.

Para lá da porta do Meridiano, a norte da praça, ficam os palácios da Cidade Proibida , o maior grupo de edifícios clássicos chineses que existe. Entre eles, encontram-se o Palácio da Suprema Harmonia, outrora a principal sala do trono dos imperadores chineses, e o Palácio da Pureza Celeste, onde os imperadores presidiam aos negócios de Estado. Para norte, fica Jing Shan, por vezes chamada Colina do Panorama, o local do Pavilhão das Mil Fontes, que oferece uma vista magnífica - quando a poluição atmosférica o permite - dos telhados dourados da Cidade Proibida.

Pequim possui muitos parques, alguns deles planeados como jardins particulares pelos imperadores. O maior é o Parque do Templo Celeste. Entre os templos do século XV, conta-se o Qiniandian, ou Palácio da Oração pelas Boas Colheitas, um edifício de 41 m de altura e um belo telhado azul-escuro.

Pequim é uma cidade repassada de história. A Grande Muralha da China serpenteia ao longo das montanhas, cerca de 80 Km para norte. A estrada que conduz à muralha passa pelo Vale dos Túmulos Ming, que contém os imponentes mausoléus de 13 imperadores Ming. O Palácio de Verão da Imperatriz viúva Ci Xi, uma autocrata que governou a China como regente desde 1861 até à sua morte, em 1908, ergue-se nos subúrbios situados a noroeste da cidade. É um complexo dos finais do século XIX, com sumptuosos salões, pavilhões e pagodes disseminados entre lagos artificiais.

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